sexta-feira, 2 de março de 2012
AULA DE CAMPO 1º ANO "D"
A turma do 1º Ano "D" do Curso de Mecânica da EEEP Doutor José Iran
Costa- Várzea Alegre CE, realizou sua primeira aula de Campo . Os alunos divididos em grupos, fizeram observações do
ecossistema local e tiveram aula sobre níveis de organização dos seres
vivos e eutrofização da Lagoa.Veja as fotos:
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
ALGUMAS DOENÇAS CAUSADAS POR VÍRUS
- CataporaA catapora é uma doença viral, geralmente benigna, e que tem como característica principal o surgimento de pequenas lesões na pele.
- CaxumbaDoença viral que acomete principalmente crianças.
- Condiloma acuminadoInformações sobre esta DST que pode estar relacionada à presença de determinados tipos de câncer.
- DengueÉ transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti fêmea, portadora do vírus dessa doença.
- ÉbolaFebre hemorrágica viral com assustador poder de letalidade.
- Febre aftosaDoença que acomete animais de casco bipartido.
- Febre AmarelaA febre amarela é uma doença viral cuja vacinação é bastante eficaz na sua prevenção.
- Gastrenterite viralInfecção viral cuja manifestação provoca sintomas gastrointestinais.
- GripeDoença viral capaz de provocar grandes epidemias e pandemias.
- Gripe AInformações sobre a gripe A: motivo recente de preocupação em todo o mundo.
- Gripe do Frangodoença contagiosa causada por várias estirpes do vírus da influenza (gripe) tipo A, sendo a H5N1 motivo de grande preocupação para a saúde humana.
- Hepatite AA hepatite A é uma doença infecciosa causada pelo vírus HAV, que atinge o fígado
- Hepatite BDoença que pode ser transmitida sexualmente, capaz de desenvolver um quadro crônico.
- Hepatite CA hepatopatia crônica de maior incidência no mundo.
- Hepatite DTambém conhecida como hepatite delta, a hepatite D é uma doença viral, contagiosa, e precisa do vírus da hepatite B para que ocorra a infecção
- Herpes genitalHerpes genital, considerado o herpes tipo II, é uma infecção que causa lesões em forma de pequenas bolhas (vesículas) de tom avermelhado e localizadas na região genital, nádegas e ânus.
- Herpes-zósterQuadro que se manifesta em pessoas que já tiveram catapora e que estão com a imunidade fragilizada.
- MononucleoseDoença do beijo. A mononucleose é uma doença transmitida pela ingestão de saliva contendo o vírus Epstein-Barr ou, de forma mais rara, o citomegalovírus, ambos da família Herpesviridae.
- PoliomieliteA poliomielite é uma doença viral transmitida principalmente através de gotículas de saliva emitidas por pessoas contaminadas, ou através da ingestão de água e alimentos contaminados por fezes contendo carga viral, propensa ao desenvolvimento da doença.
- RaivaZoonose viral cujo indivíduo afetado tem grandes chances de ir a óbito, caso não faça o tratamento adequadamente.
- ResfriadoO resfriado é uma infecção das vias aéreas superiores, essa acomete o nariz e a garganta, manifesta-se com coriza, mal-estar, comumente não há febre, ou febre pouco intensa.
- RubéolaA rubéola, patologia viral (Rubella vírus), é uma doença infecto-contagiosa transmitida através do ar.
- SarampoDoença viral altamente contagiosa, mas que pode ser prevenida por meio da vacinação.
- Síndrome respiratória aguda grave (Sars)Problema respiratório viral que pode provocar a morte do indivíduo, caso não seja tratado precocemente.
- VaríolaDoença que afetou a humanidade por mais de 10000 anos, considerada erradicada desde 1970.
- Verrugas viraisAs verrugas virais são tumores benignos provocados pelo vírus HPV (Pappilomavirus humano) do tipo 1, 2, 3 e 4. São formadas quando existe o contato com o vírus que penetra no organismo e provoca a inoculação.
Adapatado de:
http://www.brasilescola.com/doencas/doencas-causadas-virus.htm
em 08/02/2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
RESPOSTAS DAS ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO DE BIOLOGIA 2011
EEEP DOUTOR JOSÉ IRAN COSTA
BIOLOGIA – PROFESSOR IRANILDO DINIZ
RESPOSTAS DAS ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO - 2011
1. Defina núcleo celular.
Organela da célula eucariótica que contém os ácidos nucléicos responsáveis pelo controle do metabolismo celular , informações genéicas e hereditariedade.
2. Quais os componentes do núcleo celular?
Carioteca, cromatina, nucléolos, cromossomos e nucleoplasma.
3. Conceitue os componentes do núcleo celular.
Carioteca : membrana lipoprotéica dupla que reveste a cromatina nas células eucarióticas. É portadora de numerosos poros que regula o trânsito de moléculas entre o citoplasma e o núcleo.
Cromatina : material visível no núcleo interfásico das células, constituídos pelos cromossomos.
Nucléolo: estrutura existente no núcleo das células eucarióticas , rica em RNA – r, matéria prima para a produção de ribossomos.
Cromossomos: filamento de cromatina condensado ao longo do qual se localizam o s genes, constituídos por DNA.
Nucleoplasma: substancia que peenche o núcleo das células eucarióticas e na qual fica mergulhada a cromatina. O mesmo que cariolinfa ou suco nuclear.
4. Comente esta frase: “Cromonema e cromossomo representam dois estados morfológicos de um mesmo componente do núcleo celular.”
Durante a divisão celular a cromatina que é formada por filamentos chamados cromonemas se condensa formando bastões chamados cromossomos.
5. Uma célula que apresenta grande quantidade de síntese protéica tende a apresentar, em geral, um grande nucléolo. Explique esta relação.
O nucléolo é constituído por RNA ribossômico associado a proteínas e é , na realidade, um “armazém” de futuros ribossomos, que são responsáveis pela síntese de proteínas.
6. O que são cromossomos homólogos?
São cromossomos correspondentes, de mesmo tamanho, forma, posição do centrômero e sequencia de genes.
7. Qual a diferença entre eucromatina e heterocromatina?
Eucromatina : região da cromatina desespiralada que se encontra em atividade metabólica possui cor clara.
Heterocromatina: região da cromatina espiralada que se encontra inativa possui cor escura.
8. O que são células haplóides e diplóides?
A célula haplóide possui apenas um cromossomo de cada um dos tipos característicos da espécie. A célula diplóide tem dois cromossomos de cada um dos tipos (apresenta pares de homólogos).
9. Supondo um organismo 2n=36, quantos cromossomos serão encontrados no gameta?
n = 18 cromossomos
10. O que são genes e que são genes alelos?
Genes são trechos específicos do DNA responsáveis pela um a função no organismo. Genes alelos são genes correspondentes que desempenham o mesmo papel e estão localizados na mesma posição de dois cromossomos homólogos.
11. Defina mitose.
Tipo de divisão celular que origina duas células-filhas com a mesma quantidade e tipos de cromossomos da célula –mãe ( célula inicial).
12. Quais as fases da divisão celular em que ocorre mitose?
Prófase, prometáfase, metáfase, anáfase e telófase.
13. Indicar as fases da mitose em que ocorrem os fenômenos abaixo citados:
a) aumento do volume nuclear
Prófase
b) condensação máxima dos cromossomos
Metáfase
c) divisão dos centrômeros
Metáfase.
d) migração polar dos cromossomos
Anáfase
e) cada conjunto cromossômico atinge um dos pólos.
Telófase
14. Em que fase da vida celular os cromossomos são mais facilmente visíveis? Por quê?
Na metáfase, porque nessa fase os cromossomos atingem seu grau máximo de espiralação.
15. Quais as unidades formadoras dos ácidos nucléicos?
Nucleotídeos
16. Descreva a estrutura dos nucleotídeos.
Cada nucleotídeo é composto por três partes: um grupo fosfato ,um açúcar do grupo das pentoses (ribose no RNA e desoxirribose no DNA) e uma base nitrogenada.
17. Quais as bases nitrogenadas do DNA e RNA?
DNA: Timina, Adenina, Citosina e Guanina.
RNA: Uracila, Adenina, Citosina e Guanina.
18. Por que a duplicação do DNA e semiconservativa?
Porque cada molécula-filha conserva, ao final da duplicação, uma das fitas, ou seja, cada metade da molécula mãe ( molécula de DNA que se dividiu).
19. Qual a sequencia complementar do trecho AGTAACCGATGC em um DNA?
TCATTGGCTACG
20. O que significa dizer que o código genético “universal” e “ degenerado”?
Universal porque quase todos os seres vivos usam o mesmo código genético para sintetizar proteínas.
Degenerado porque um códon pode sintetizar mais de um aminoácido.
PS.: sua respostas não precisam ser , necessariamente , idênticas as que foram postadas aqui, bastam estarem corretas. Um grande abraço estude muito e boa sorte desde já.
BIOLOGIA – PROFESSOR IRANILDO DINIZ
RESPOSTAS DAS ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO - 2011
1. Defina núcleo celular.
Organela da célula eucariótica que contém os ácidos nucléicos responsáveis pelo controle do metabolismo celular , informações genéicas e hereditariedade.
2. Quais os componentes do núcleo celular?
Carioteca, cromatina, nucléolos, cromossomos e nucleoplasma.
3. Conceitue os componentes do núcleo celular.
Carioteca : membrana lipoprotéica dupla que reveste a cromatina nas células eucarióticas. É portadora de numerosos poros que regula o trânsito de moléculas entre o citoplasma e o núcleo.
Cromatina : material visível no núcleo interfásico das células, constituídos pelos cromossomos.
Nucléolo: estrutura existente no núcleo das células eucarióticas , rica em RNA – r, matéria prima para a produção de ribossomos.
Cromossomos: filamento de cromatina condensado ao longo do qual se localizam o s genes, constituídos por DNA.
Nucleoplasma: substancia que peenche o núcleo das células eucarióticas e na qual fica mergulhada a cromatina. O mesmo que cariolinfa ou suco nuclear.
4. Comente esta frase: “Cromonema e cromossomo representam dois estados morfológicos de um mesmo componente do núcleo celular.”
Durante a divisão celular a cromatina que é formada por filamentos chamados cromonemas se condensa formando bastões chamados cromossomos.
5. Uma célula que apresenta grande quantidade de síntese protéica tende a apresentar, em geral, um grande nucléolo. Explique esta relação.
O nucléolo é constituído por RNA ribossômico associado a proteínas e é , na realidade, um “armazém” de futuros ribossomos, que são responsáveis pela síntese de proteínas.
6. O que são cromossomos homólogos?
São cromossomos correspondentes, de mesmo tamanho, forma, posição do centrômero e sequencia de genes.
7. Qual a diferença entre eucromatina e heterocromatina?
Eucromatina : região da cromatina desespiralada que se encontra em atividade metabólica possui cor clara.
Heterocromatina: região da cromatina espiralada que se encontra inativa possui cor escura.
8. O que são células haplóides e diplóides?
A célula haplóide possui apenas um cromossomo de cada um dos tipos característicos da espécie. A célula diplóide tem dois cromossomos de cada um dos tipos (apresenta pares de homólogos).
9. Supondo um organismo 2n=36, quantos cromossomos serão encontrados no gameta?
n = 18 cromossomos
10. O que são genes e que são genes alelos?
Genes são trechos específicos do DNA responsáveis pela um a função no organismo. Genes alelos são genes correspondentes que desempenham o mesmo papel e estão localizados na mesma posição de dois cromossomos homólogos.
11. Defina mitose.
Tipo de divisão celular que origina duas células-filhas com a mesma quantidade e tipos de cromossomos da célula –mãe ( célula inicial).
12. Quais as fases da divisão celular em que ocorre mitose?
Prófase, prometáfase, metáfase, anáfase e telófase.
13. Indicar as fases da mitose em que ocorrem os fenômenos abaixo citados:
a) aumento do volume nuclear
Prófase
b) condensação máxima dos cromossomos
Metáfase
c) divisão dos centrômeros
Metáfase.
d) migração polar dos cromossomos
Anáfase
e) cada conjunto cromossômico atinge um dos pólos.
Telófase
14. Em que fase da vida celular os cromossomos são mais facilmente visíveis? Por quê?
Na metáfase, porque nessa fase os cromossomos atingem seu grau máximo de espiralação.
15. Quais as unidades formadoras dos ácidos nucléicos?
Nucleotídeos
16. Descreva a estrutura dos nucleotídeos.
Cada nucleotídeo é composto por três partes: um grupo fosfato ,um açúcar do grupo das pentoses (ribose no RNA e desoxirribose no DNA) e uma base nitrogenada.
17. Quais as bases nitrogenadas do DNA e RNA?
DNA: Timina, Adenina, Citosina e Guanina.
RNA: Uracila, Adenina, Citosina e Guanina.
18. Por que a duplicação do DNA e semiconservativa?
Porque cada molécula-filha conserva, ao final da duplicação, uma das fitas, ou seja, cada metade da molécula mãe ( molécula de DNA que se dividiu).
19. Qual a sequencia complementar do trecho AGTAACCGATGC em um DNA?
TCATTGGCTACG
20. O que significa dizer que o código genético “universal” e “ degenerado”?
Universal porque quase todos os seres vivos usam o mesmo código genético para sintetizar proteínas.
Degenerado porque um códon pode sintetizar mais de um aminoácido.
PS.: sua respostas não precisam ser , necessariamente , idênticas as que foram postadas aqui, bastam estarem corretas. Um grande abraço estude muito e boa sorte desde já.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Investigadores revelam contradições num dos maiores dogmas da Biologia
Código genético não é universal e pode evoluir em raros casos
Por Marlene Moura
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Um dos maiores
dogmas da Biologia afirma que todos os seres vivos utilizam o mesmo
código genético, ou seja, usam regras idênticas para construir
proteínas. É nesta declaração que surge uma contradição,
segundo explicou Manuel Santos, investigador do Departamento de
Biologia da Universidade de Aveiro (UA).
Um consórcio internacional liderado por investigadores do Broad Institute – Instituto conjunto da Universidade de Harvard e do MIT – que integra um grupo de investigadores da UA e do seu Laboratório Associado, o Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM), publica um artigo na revista «Nature» com os resultados de um estudo que apresenta a sequenciação e anotação dos genomas de oito fungos patogénicos.
Um consórcio internacional liderado por investigadores do Broad Institute – Instituto conjunto da Universidade de Harvard e do MIT – que integra um grupo de investigadores da UA e do seu Laboratório Associado, o Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM), publica um artigo na revista «Nature» com os resultados de um estudo que apresenta a sequenciação e anotação dos genomas de oito fungos patogénicos.
A investigação mostra como oito fungos
patogénicos interagem com o sistema imunitário e como causam
infecção, revelando, ainda, características fundamentais dos seus
genomas que permitem compreender a sua ecologia, mecanismos de
reprodução e adaptação.
“Muitas vezes, o código genético é confundido com o genoma, mas são diferentes”, relembra Manuel Santos. O investigador assinala ainda ao «Ciência Hoje» que “o primeiro corresponde a um conjunto de regras bioquímicas que define como a informação contida no DNA é traduzida para a que está contida nas proteínas”.
O artigo explica como é possível alterar o código genético e é aqui que surge uma violação desse dogma da Biologia, ou seja, uma das teorias desta ciência “diz que o código genético é universal, não pode evoluir e caso aconteça poderá ser letal, mas este estudo invalida esta afirmação”, reiterou o investigador da UA.
No código genético, a informação distribui-se num conjunto de três letras ao qual se chama codão e, por exemplo, o CTG é lido como leucinas (aminoácido codificado pelo código genético) e “se houver uma troca altera-se o significado, tal como num texto”.
Casos raros
No entanto, Manuel Santos assinala que “acontece apenas em casos raros” e “levanta muitas questões”. As proteínas quando sintetizadas “são alteradas”. Por exemplo, nas células humanas verificam-se dois genomas: “o nuclear, que contém todos os genes que nos formam e o mitocondrial, muito mais pequeno e onde se pode observar uma alteração ao código genético, embora diferente da dos fungos”, refere.
“Muitas vezes, o código genético é confundido com o genoma, mas são diferentes”, relembra Manuel Santos. O investigador assinala ainda ao «Ciência Hoje» que “o primeiro corresponde a um conjunto de regras bioquímicas que define como a informação contida no DNA é traduzida para a que está contida nas proteínas”.
O artigo explica como é possível alterar o código genético e é aqui que surge uma violação desse dogma da Biologia, ou seja, uma das teorias desta ciência “diz que o código genético é universal, não pode evoluir e caso aconteça poderá ser letal, mas este estudo invalida esta afirmação”, reiterou o investigador da UA.
No código genético, a informação distribui-se num conjunto de três letras ao qual se chama codão e, por exemplo, o CTG é lido como leucinas (aminoácido codificado pelo código genético) e “se houver uma troca altera-se o significado, tal como num texto”.
Casos raros
No entanto, Manuel Santos assinala que “acontece apenas em casos raros” e “levanta muitas questões”. As proteínas quando sintetizadas “são alteradas”. Por exemplo, nas células humanas verificam-se dois genomas: “o nuclear, que contém todos os genes que nos formam e o mitocondrial, muito mais pequeno e onde se pode observar uma alteração ao código genético, embora diferente da dos fungos”, refere.
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Células do fungo vistas a microscópio |
Estes escassos casos
são mais comuns em Mitocôndrias (um dos organelos
celulares mais importantes para respiração celular) dos eucariotas
(organismos cujas células têm núcleo definido).
Para o docente da UA, esta alteração não é novidade, mas sim o facto de se poder explicar a forma como evolui. “Para entender este código químico é necessário conhecê-lo, tal como um código Morse ou Braille”.
A análise dos fungos em estudo relevou que os codões CUG, que no código genético dos outros seres vivos codificam o aminoácido leucina, alteraram a sua identidade para o aminoácido serina. Os resultados mostram que 99 por cento dos codões CUG originais desapareceram destes genomas e que reemergiram em novas posições nos genes com um significado diferente. Por último, o estudo revê o catálogo dos genes do principal fungo patogénico Candida albicans, identificando inúmeros genes novos.
O artigo publicado reporta os fungos do género Candida como sendo a maior causa de infecções fúngicas oportunistas a nível mundial, fala das sequências dos genomas de oito espécies e compara-os destacando os patogénicos e não patogénicos.
Nos primeiros existe uma expansão significativa no número de genes que codificam componentes das paredes celulares e de proteínas excretadas, bem como de outras proteínas envolvidas no transporte de nutrientes do meio ambiente para o interior das células, o que sugere adaptações associadas à patogénese nestes fungos.
“Em três das espécies diplóides grandes regiões do genoma são homozigóticas, sugerindo recombinação recente dos seus genomas. Surpreendentemente, em algumas das espécies não foi possível encontrar vários dos componentes que controlam o mecanismo de divisão celular, o que levanta novas questões sobre a maneira como estes fungos se produzem”, pode ler-se no artigo.
Para o docente da UA, esta alteração não é novidade, mas sim o facto de se poder explicar a forma como evolui. “Para entender este código químico é necessário conhecê-lo, tal como um código Morse ou Braille”.
A análise dos fungos em estudo relevou que os codões CUG, que no código genético dos outros seres vivos codificam o aminoácido leucina, alteraram a sua identidade para o aminoácido serina. Os resultados mostram que 99 por cento dos codões CUG originais desapareceram destes genomas e que reemergiram em novas posições nos genes com um significado diferente. Por último, o estudo revê o catálogo dos genes do principal fungo patogénico Candida albicans, identificando inúmeros genes novos.
O artigo publicado reporta os fungos do género Candida como sendo a maior causa de infecções fúngicas oportunistas a nível mundial, fala das sequências dos genomas de oito espécies e compara-os destacando os patogénicos e não patogénicos.
Nos primeiros existe uma expansão significativa no número de genes que codificam componentes das paredes celulares e de proteínas excretadas, bem como de outras proteínas envolvidas no transporte de nutrientes do meio ambiente para o interior das células, o que sugere adaptações associadas à patogénese nestes fungos.
“Em três das espécies diplóides grandes regiões do genoma são homozigóticas, sugerindo recombinação recente dos seus genomas. Surpreendentemente, em algumas das espécies não foi possível encontrar vários dos componentes que controlam o mecanismo de divisão celular, o que levanta novas questões sobre a maneira como estes fungos se produzem”, pode ler-se no artigo.
Fonte:
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=32306&op=all
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
OSMOSE EM VEGETAIS
Em
vegetais,
apesar de grande similaridade com animais,
a osmose tem suas particularidades. Primeiramente por não haver
ruptura da célula devido à resistência que a parede
celular
proporciona e também pela presença do vacúolo
que suporta certa quantidade de água. Ocorre, no entanto, outros
acontecimentos como:
- Turgidez - mergulhada em um meio hipotônico, a célula tende a absorver mais do que ceder água. Com isso a célula se "enche" por alcançar volume máximo (mas não se rompe, criando a impressão de "balão") de conteúdo.
- Plasmólise - ocorre quando a célula é inserida em meio hipertônico. Neste a célula vegetal cede mais água que recebe, levando-a a um estado de aparência "seca". Isso se deve ao fato de o vacúolo retrair-se, diminui de tamanho e acaba por arrastar o conteúdo do citoplasma (e por consequência o conteúdo do hialoplasma) e a membrana plasmática.
Designa-se por transporte,
o movimento de moléculas e de ions entre diferentes compartimentos
de um sistema biológico.
A água existente no solo e, dissolvidos nela, existem sais minerais sob a forma de iões que, deste modo, podem ser facilmente absorvidos pelas plantas. É pelas raízes que a planta absorve água e sais minerais da solução do solo. Mas, se a absorção é possível ao longo de toda a raiz, é, no entanto, através dos pêlos radiculares (zona pilosa da raiz) que a absorção é maior. A existência de pêlos radiculares aumenta consideravelmente a superfície de absorção.
A água é absorvida em grande parte por osmose.
A água existente no solo e, dissolvidos nela, existem sais minerais sob a forma de iões que, deste modo, podem ser facilmente absorvidos pelas plantas. É pelas raízes que a planta absorve água e sais minerais da solução do solo. Mas, se a absorção é possível ao longo de toda a raiz, é, no entanto, através dos pêlos radiculares (zona pilosa da raiz) que a absorção é maior. A existência de pêlos radiculares aumenta consideravelmente a superfície de absorção.
A água é absorvida em grande parte por osmose.
http://amigodasciencias.blogspot.com/2009/04/transporte-nas-plantas.html
Osmose
e paramécio
Se um paramécio é
colocado em um meio hipotônico, absorve água por osmose. O excesso
de água é eliminado pelo aumento de freqüência dos batimentos do
vacúolo pulsátil (ou contrátil).
Protozoários marinhos não possuem
vacúolo pulsátil, já que o meio externo é hipertônico.
A pressão osmótica de uma solução
pode ser medida em um osmômetro. A solução
avaliada é colocada em um tubo de vidro fechado com uma membrana
semipermeável, introduzido em um recipiente contendo água
destilada, como mostra a figura.
Fonte:
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Citologia/cito8.php
sábado, 17 de setembro de 2011
Osmose
Os alunos da EEEP Dr. José Iran Costa, Várzea Alegre-Ce dos cursos de Eletrotécnico e Mecânica tiveram aula sobre o fenômeno da osmose no laboratório de Biologia.
Na osmose água se movimenta livremente através da membrana, sempre do local de menor concentração de soluto para o de maior concentração. A pressão com a qual a água é forçada a atravessar a membrana é conhecida por pressão osmótica.
A osmose não é influenciada pela natureza do soluto, mas pelo número de partículas. Quando duas soluções contêm a mesma quantidade de partículas por unidade de volume, mesmo que não sejam do mesmo tipo, exercem a mesma pressão osmótica e são isotônicas. Caso sejam separadas por uma membrana, haverá fluxo de água nos dois sentidos de modo proporcional.
Na osmose água se movimenta livremente através da membrana, sempre do local de menor concentração de soluto para o de maior concentração. A pressão com a qual a água é forçada a atravessar a membrana é conhecida por pressão osmótica.
A osmose não é influenciada pela natureza do soluto, mas pelo número de partículas. Quando duas soluções contêm a mesma quantidade de partículas por unidade de volume, mesmo que não sejam do mesmo tipo, exercem a mesma pressão osmótica e são isotônicas. Caso sejam separadas por uma membrana, haverá fluxo de água nos dois sentidos de modo proporcional.
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