sexta-feira, 30 de setembro de 2011

OSMOSE EM VEGETAIS






Em vegetais, apesar de grande similaridade com animais, a osmose tem suas particularidades. Primeiramente por não haver ruptura da célula devido à resistência que a parede celular proporciona e também pela presença do vacúolo que suporta certa quantidade de água. Ocorre, no entanto, outros acontecimentos como:
  • Turgidez - mergulhada em um meio hipotônico, a célula tende a absorver mais do que ceder água. Com isso a célula se "enche" por alcançar volume máximo (mas não se rompe, criando a impressão de "balão") de conteúdo.
Designa-se por transporte, o movimento de moléculas e de ions entre diferentes compartimentos de um sistema biológico.
A água existente no solo e, dissolvidos nela, existem sais minerais sob a forma de iões que, deste modo, podem ser facilmente absorvidos pelas plantas. É pelas raízes que a planta absorve água e sais minerais da solução do solo. Mas, se a absorção é possível ao longo de toda a raiz, é, no entanto, através dos pêlos radiculares (zona pilosa da raiz) que a absorção é maior. A existência de pêlos radiculares aumenta consideravelmente a superfície de absorção.

A água é absorvida em grande parte por osmose.




    http://amigodasciencias.blogspot.com/2009/04/transporte-nas-plantas.html
    Osmose e paramécio
Se um paramécio é colocado em um meio hipotônico, absorve água por osmose. O excesso de água é eliminado pelo aumento de freqüência dos batimentos do vacúolo pulsátil (ou contrátil).









Protozoários marinhos não possuem vacúolo pulsátil, já que o meio externo é hipertônico.
A pressão osmótica de uma solução pode ser medida em um osmômetro. A solução avaliada é colocada em um tubo de vidro fechado com uma membrana semipermeável, introduzido em um recipiente contendo água destilada, como mostra a figura.
Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Citologia/cito8.php
  

sábado, 17 de setembro de 2011

Osmose

Os alunos da EEEP Dr. José Iran Costa, Várzea Alegre-Ce dos cursos de Eletrotécnico e Mecânica tiveram aula sobre o fenômeno da osmose no laboratório de Biologia.


Na osmose água se movimenta livremente através da membrana, sempre do local de menor concentração de soluto para o de maior concentração. A pressão com a qual a água é forçada a atravessar a membrana é conhecida por pressão osmótica.
A osmose não é influenciada pela natureza do soluto, mas pelo número de partículas. Quando duas soluções contêm a mesma quantidade de partículas por unidade de volume, mesmo que não sejam do mesmo tipo, exercem a mesma pressão osmótica e são isotônicas. Caso sejam separadas por uma membrana, haverá fluxo de água nos dois sentidos de modo proporcional.














quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A CÉLULA SINTÉTICA



                      Colônia de bactérias Mycoplasma mycoides
 
O feito, anunciado no dia 20 de maio de 2011, aconteceu nos Estados Unidos e envolveu um trabalho de 15 anos, 40 milhões de dólares e uma equipe de 20 pessoas, liderados por Craig Venter, o responsável pelo seqüenciamento do genoma humano, há dez anos.
Embora seja tentador rotulá-lo como a criação de vida artificial, ainda não é o caso: o DNA, embora montado em laboratório, é o de uma espécie, Mycoplasma mycoides, e foi inserido em outra espécie, a Mycoplasma capricolum. É como se, em vez de pegar um livro de instruções já existente, a equipe de Venter redigitou todos seus capítulos, colocando umas alterações aqui e ali para diferenciá-lo do DNA natural da célula.
Daí veio a novidade: depois de algum tempo, as células de M. capricolum começaram a ler as novas instruções, e iniciaram a produção das proteínas da M. mycoides, se comportando e aparentando ser a própria. Para todos os efeitos, ela tinha se transformado em uma Mycoplasma mycoides.

Como os cientistas criaram a célula sintética
Foto: Arte/iG

A analogia com computadores, que Venter usou em uma coletiva de imprensa, também é válida: o “sistema operacional” de fábrica da bactéria foi trocado por outro, criado em laboratório, e ela começou a se comportar como o novo software mandava. Ainda assim, é vida a partir da vida, e não vida a partir do zero.
Riscos
O diretor de bioética do Vaticano, Rino Fisichella, foi cuidadoso. Disse que é preciso ver como a descoberta será implementada no futuro. A diretora do Instituto Internacional de Bioética, Jennifer Miller, alertou que a preocupação é que a célula sintética possa se transformar numa arma biológica. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, determinou à Comissão de Bioética do Governo uma investigação sobre a pesquisa.

Benefícios

“A partir do domínio dessa tecnologia, é possível criar bactérias capazes de degradar um poluente ou de degradar um óleo que estava vazando” (Stevens Rehen.)

“A tecnologia sempre pode ser usada para uma coisa benéfica. Nesse caso, isso pode ser uma coisa benéfica no futuro. Você pode gerar micro-organismos que atacam outros, desobstruir artérias, drogas inteligentes. Fazer baterias biológicas, gerar energia a partir de organismos vivos” ( Marcelo Briones.)

“Essa tecnologia pode ser comparada com o que aconteceu com a tecnologia nuclear. Ela pode ser usada para a medicina, para gerar energia. E pode ser utilizada para fins bélicos. O mesmo acontece com a aviação. Um avião tem funções das melhores possíveis, mas também pode ser usado para coisas ruins. É preciso regulamentar a tecnologia e criar uma legislação capaz de controlar quem vai fazer uso dessa tecnologia para que ela, de fato, seja só benéfica para a sociedade”, constata Stevens Rehen.


O biólogo Craig Venter, criador da célula sintética: um prodígio científico com tendências à auto-promoção

( Adapatado da internet em 24/08/2011:

Questões discursivas:

  1. Por que a célula de Venter não pode ser considerada uma vida artificial?
  2. De qual bactéria foi tirado o DNA para ser modificado no laboratório pela a equipe de Venter?
  3. Em qual espécie de bactéria foi inserido o DNA modificado pela equipe de Venter?
  4. Descreva resumidamente como foi feito a bactéria sintética.
  5. Quais os riscos e benefícios da sintetização de células em laboratórios?

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Desafio 4

Complete a lotação
Um elevador pode levar 20 adultos ou 24 crianças. Se 15 adultos já estão no elevador, quantas crianças podem ainda entrar?
Fonte: Matemática e realidade, Gelson Iezzi,Osvaldo Dolce e Antonio Machado.
6ª Série, Ensino Fundamental.


Desafio 5

Coloque as etiquetas

Um recipiente (não transparente) contém só bolas verdes, outro, só bolas azuis e um outro contém bolas verdes e bolas azuis. Entretanto, as etiquetas foram colocadas erroneamente em todos eles. Retirando apenas um bola de um dos recipientes, é possível corrigir o engano e recolocar cada etiqueta no recipiente correto. De que recipiente deve ser retirada a bola? Como devem ser recolocadas as etiquetas?
Fonte: Matemática e realidade, Gelson Iezzi,Osvaldo Dolce e Antonio Machado.
7ª Série, Ensino Fundamental.



quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Desafio 6

Concurso inteligente

Você participa de um programa de televisão cujo apresentador escondeu um prêmio no interior de uma das três caixas.Sabendo-se que só uma das três indicações é correta, em qual das caixas se encontra o prêmio?

(Observação: Justifique sua resposta)


                Fonte:Matemática e realidade,  Gelson Iezzi,Osvaldo Dolce e Antonio Machado.
8.ª sérieEnsino Fundamental.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

FEIRA DE CIÊNCIAS

 EEF SÃO PEDRO PARTICIPANDO DA FEIRA DE CIÊNCIAS EM VÁRZEA ALEGRE!

                                            CERU TAMBÉM MARCANDO PRESENÇA!


 EEF PAULO VI - MANGABEIRA
 FEIRA DE CIÊNCIAS