EEEP DOUTOR JOSÉ IRAN COSTA
BIOLOGIA – PROFESSOR IRANILDO DINIZ
RESPOSTAS DAS ATIVIDADES DE RECUPERAÇÃO - 2011
1. Defina núcleo celular.
Organela da célula eucariótica que contém os ácidos nucléicos responsáveis pelo controle do metabolismo celular , informações genéicas e hereditariedade.
2. Quais os componentes do núcleo celular?
Carioteca, cromatina, nucléolos, cromossomos e nucleoplasma.
3. Conceitue os componentes do núcleo celular.
Carioteca : membrana lipoprotéica dupla que reveste a cromatina nas células eucarióticas. É portadora de numerosos poros que regula o trânsito de moléculas entre o citoplasma e o núcleo.
Cromatina : material visível no núcleo interfásico das células, constituídos pelos cromossomos.
Nucléolo: estrutura existente no núcleo das células eucarióticas , rica em RNA – r, matéria prima para a produção de ribossomos.
Cromossomos: filamento de cromatina condensado ao longo do qual se localizam o s genes, constituídos por DNA.
Nucleoplasma: substancia que peenche o núcleo das células eucarióticas e na qual fica mergulhada a cromatina. O mesmo que cariolinfa ou suco nuclear.
4. Comente esta frase: “Cromonema e cromossomo representam dois estados morfológicos de um mesmo componente do núcleo celular.”
Durante a divisão celular a cromatina que é formada por filamentos chamados cromonemas se condensa formando bastões chamados cromossomos.
5. Uma célula que apresenta grande quantidade de síntese protéica tende a apresentar, em geral, um grande nucléolo. Explique esta relação.
O nucléolo é constituído por RNA ribossômico associado a proteínas e é , na realidade, um “armazém” de futuros ribossomos, que são responsáveis pela síntese de proteínas.
6. O que são cromossomos homólogos?
São cromossomos correspondentes, de mesmo tamanho, forma, posição do centrômero e sequencia de genes.
7. Qual a diferença entre eucromatina e heterocromatina?
Eucromatina : região da cromatina desespiralada que se encontra em atividade metabólica possui cor clara.
Heterocromatina: região da cromatina espiralada que se encontra inativa possui cor escura.
8. O que são células haplóides e diplóides?
A célula haplóide possui apenas um cromossomo de cada um dos tipos característicos da espécie. A célula diplóide tem dois cromossomos de cada um dos tipos (apresenta pares de homólogos).
9. Supondo um organismo 2n=36, quantos cromossomos serão encontrados no gameta?
n = 18 cromossomos
10. O que são genes e que são genes alelos?
Genes são trechos específicos do DNA responsáveis pela um a função no organismo. Genes alelos são genes correspondentes que desempenham o mesmo papel e estão localizados na mesma posição de dois cromossomos homólogos.
11. Defina mitose.
Tipo de divisão celular que origina duas células-filhas com a mesma quantidade e tipos de cromossomos da célula –mãe ( célula inicial).
12. Quais as fases da divisão celular em que ocorre mitose?
Prófase, prometáfase, metáfase, anáfase e telófase.
13. Indicar as fases da mitose em que ocorrem os fenômenos abaixo citados:
a) aumento do volume nuclear
Prófase
b) condensação máxima dos cromossomos
Metáfase
c) divisão dos centrômeros
Metáfase.
d) migração polar dos cromossomos
Anáfase
e) cada conjunto cromossômico atinge um dos pólos.
Telófase
14. Em que fase da vida celular os cromossomos são mais facilmente visíveis? Por quê?
Na metáfase, porque nessa fase os cromossomos atingem seu grau máximo de espiralação.
15. Quais as unidades formadoras dos ácidos nucléicos?
Nucleotídeos
16. Descreva a estrutura dos nucleotídeos.
Cada nucleotídeo é composto por três partes: um grupo fosfato ,um açúcar do grupo das pentoses (ribose no RNA e desoxirribose no DNA) e uma base nitrogenada.
17. Quais as bases nitrogenadas do DNA e RNA?
DNA: Timina, Adenina, Citosina e Guanina.
RNA: Uracila, Adenina, Citosina e Guanina.
18. Por que a duplicação do DNA e semiconservativa?
Porque cada molécula-filha conserva, ao final da duplicação, uma das fitas, ou seja, cada metade da molécula mãe ( molécula de DNA que se dividiu).
19. Qual a sequencia complementar do trecho AGTAACCGATGC em um DNA?
TCATTGGCTACG
20. O que significa dizer que o código genético “universal” e “ degenerado”?
Universal porque quase todos os seres vivos usam o mesmo código genético para sintetizar proteínas.
Degenerado porque um códon pode sintetizar mais de um aminoácido.
PS.: sua respostas não precisam ser , necessariamente , idênticas as que foram postadas aqui, bastam estarem corretas. Um grande abraço estude muito e boa sorte desde já.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Investigadores revelam contradições num dos maiores dogmas da Biologia
Código genético não é universal e pode evoluir em raros casos
Por Marlene Moura
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Um dos maiores
dogmas da Biologia afirma que todos os seres vivos utilizam o mesmo
código genético, ou seja, usam regras idênticas para construir
proteínas. É nesta declaração que surge uma contradição,
segundo explicou Manuel Santos, investigador do Departamento de
Biologia da Universidade de Aveiro (UA).
Um consórcio internacional liderado por investigadores do Broad Institute – Instituto conjunto da Universidade de Harvard e do MIT – que integra um grupo de investigadores da UA e do seu Laboratório Associado, o Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM), publica um artigo na revista «Nature» com os resultados de um estudo que apresenta a sequenciação e anotação dos genomas de oito fungos patogénicos.
Um consórcio internacional liderado por investigadores do Broad Institute – Instituto conjunto da Universidade de Harvard e do MIT – que integra um grupo de investigadores da UA e do seu Laboratório Associado, o Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM), publica um artigo na revista «Nature» com os resultados de um estudo que apresenta a sequenciação e anotação dos genomas de oito fungos patogénicos.
A investigação mostra como oito fungos
patogénicos interagem com o sistema imunitário e como causam
infecção, revelando, ainda, características fundamentais dos seus
genomas que permitem compreender a sua ecologia, mecanismos de
reprodução e adaptação.
“Muitas vezes, o código genético é confundido com o genoma, mas são diferentes”, relembra Manuel Santos. O investigador assinala ainda ao «Ciência Hoje» que “o primeiro corresponde a um conjunto de regras bioquímicas que define como a informação contida no DNA é traduzida para a que está contida nas proteínas”.
O artigo explica como é possível alterar o código genético e é aqui que surge uma violação desse dogma da Biologia, ou seja, uma das teorias desta ciência “diz que o código genético é universal, não pode evoluir e caso aconteça poderá ser letal, mas este estudo invalida esta afirmação”, reiterou o investigador da UA.
No código genético, a informação distribui-se num conjunto de três letras ao qual se chama codão e, por exemplo, o CTG é lido como leucinas (aminoácido codificado pelo código genético) e “se houver uma troca altera-se o significado, tal como num texto”.
Casos raros
No entanto, Manuel Santos assinala que “acontece apenas em casos raros” e “levanta muitas questões”. As proteínas quando sintetizadas “são alteradas”. Por exemplo, nas células humanas verificam-se dois genomas: “o nuclear, que contém todos os genes que nos formam e o mitocondrial, muito mais pequeno e onde se pode observar uma alteração ao código genético, embora diferente da dos fungos”, refere.
“Muitas vezes, o código genético é confundido com o genoma, mas são diferentes”, relembra Manuel Santos. O investigador assinala ainda ao «Ciência Hoje» que “o primeiro corresponde a um conjunto de regras bioquímicas que define como a informação contida no DNA é traduzida para a que está contida nas proteínas”.
O artigo explica como é possível alterar o código genético e é aqui que surge uma violação desse dogma da Biologia, ou seja, uma das teorias desta ciência “diz que o código genético é universal, não pode evoluir e caso aconteça poderá ser letal, mas este estudo invalida esta afirmação”, reiterou o investigador da UA.
No código genético, a informação distribui-se num conjunto de três letras ao qual se chama codão e, por exemplo, o CTG é lido como leucinas (aminoácido codificado pelo código genético) e “se houver uma troca altera-se o significado, tal como num texto”.
Casos raros
No entanto, Manuel Santos assinala que “acontece apenas em casos raros” e “levanta muitas questões”. As proteínas quando sintetizadas “são alteradas”. Por exemplo, nas células humanas verificam-se dois genomas: “o nuclear, que contém todos os genes que nos formam e o mitocondrial, muito mais pequeno e onde se pode observar uma alteração ao código genético, embora diferente da dos fungos”, refere.
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Células do fungo vistas a microscópio |
Estes escassos casos
são mais comuns em Mitocôndrias (um dos organelos
celulares mais importantes para respiração celular) dos eucariotas
(organismos cujas células têm núcleo definido).
Para o docente da UA, esta alteração não é novidade, mas sim o facto de se poder explicar a forma como evolui. “Para entender este código químico é necessário conhecê-lo, tal como um código Morse ou Braille”.
A análise dos fungos em estudo relevou que os codões CUG, que no código genético dos outros seres vivos codificam o aminoácido leucina, alteraram a sua identidade para o aminoácido serina. Os resultados mostram que 99 por cento dos codões CUG originais desapareceram destes genomas e que reemergiram em novas posições nos genes com um significado diferente. Por último, o estudo revê o catálogo dos genes do principal fungo patogénico Candida albicans, identificando inúmeros genes novos.
O artigo publicado reporta os fungos do género Candida como sendo a maior causa de infecções fúngicas oportunistas a nível mundial, fala das sequências dos genomas de oito espécies e compara-os destacando os patogénicos e não patogénicos.
Nos primeiros existe uma expansão significativa no número de genes que codificam componentes das paredes celulares e de proteínas excretadas, bem como de outras proteínas envolvidas no transporte de nutrientes do meio ambiente para o interior das células, o que sugere adaptações associadas à patogénese nestes fungos.
“Em três das espécies diplóides grandes regiões do genoma são homozigóticas, sugerindo recombinação recente dos seus genomas. Surpreendentemente, em algumas das espécies não foi possível encontrar vários dos componentes que controlam o mecanismo de divisão celular, o que levanta novas questões sobre a maneira como estes fungos se produzem”, pode ler-se no artigo.
Para o docente da UA, esta alteração não é novidade, mas sim o facto de se poder explicar a forma como evolui. “Para entender este código químico é necessário conhecê-lo, tal como um código Morse ou Braille”.
A análise dos fungos em estudo relevou que os codões CUG, que no código genético dos outros seres vivos codificam o aminoácido leucina, alteraram a sua identidade para o aminoácido serina. Os resultados mostram que 99 por cento dos codões CUG originais desapareceram destes genomas e que reemergiram em novas posições nos genes com um significado diferente. Por último, o estudo revê o catálogo dos genes do principal fungo patogénico Candida albicans, identificando inúmeros genes novos.
O artigo publicado reporta os fungos do género Candida como sendo a maior causa de infecções fúngicas oportunistas a nível mundial, fala das sequências dos genomas de oito espécies e compara-os destacando os patogénicos e não patogénicos.
Nos primeiros existe uma expansão significativa no número de genes que codificam componentes das paredes celulares e de proteínas excretadas, bem como de outras proteínas envolvidas no transporte de nutrientes do meio ambiente para o interior das células, o que sugere adaptações associadas à patogénese nestes fungos.
“Em três das espécies diplóides grandes regiões do genoma são homozigóticas, sugerindo recombinação recente dos seus genomas. Surpreendentemente, em algumas das espécies não foi possível encontrar vários dos componentes que controlam o mecanismo de divisão celular, o que levanta novas questões sobre a maneira como estes fungos se produzem”, pode ler-se no artigo.
Fonte:
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=32306&op=all
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
OSMOSE EM VEGETAIS
Em
vegetais,
apesar de grande similaridade com animais,
a osmose tem suas particularidades. Primeiramente por não haver
ruptura da célula devido à resistência que a parede
celular
proporciona e também pela presença do vacúolo
que suporta certa quantidade de água. Ocorre, no entanto, outros
acontecimentos como:
- Turgidez - mergulhada em um meio hipotônico, a célula tende a absorver mais do que ceder água. Com isso a célula se "enche" por alcançar volume máximo (mas não se rompe, criando a impressão de "balão") de conteúdo.
- Plasmólise - ocorre quando a célula é inserida em meio hipertônico. Neste a célula vegetal cede mais água que recebe, levando-a a um estado de aparência "seca". Isso se deve ao fato de o vacúolo retrair-se, diminui de tamanho e acaba por arrastar o conteúdo do citoplasma (e por consequência o conteúdo do hialoplasma) e a membrana plasmática.
Designa-se por transporte,
o movimento de moléculas e de ions entre diferentes compartimentos
de um sistema biológico.
A água existente no solo e, dissolvidos nela, existem sais minerais sob a forma de iões que, deste modo, podem ser facilmente absorvidos pelas plantas. É pelas raízes que a planta absorve água e sais minerais da solução do solo. Mas, se a absorção é possível ao longo de toda a raiz, é, no entanto, através dos pêlos radiculares (zona pilosa da raiz) que a absorção é maior. A existência de pêlos radiculares aumenta consideravelmente a superfície de absorção.
A água é absorvida em grande parte por osmose.
A água existente no solo e, dissolvidos nela, existem sais minerais sob a forma de iões que, deste modo, podem ser facilmente absorvidos pelas plantas. É pelas raízes que a planta absorve água e sais minerais da solução do solo. Mas, se a absorção é possível ao longo de toda a raiz, é, no entanto, através dos pêlos radiculares (zona pilosa da raiz) que a absorção é maior. A existência de pêlos radiculares aumenta consideravelmente a superfície de absorção.
A água é absorvida em grande parte por osmose.
http://amigodasciencias.blogspot.com/2009/04/transporte-nas-plantas.html
Osmose
e paramécio
Se um paramécio é
colocado em um meio hipotônico, absorve água por osmose. O excesso
de água é eliminado pelo aumento de freqüência dos batimentos do
vacúolo pulsátil (ou contrátil).
Protozoários marinhos não possuem
vacúolo pulsátil, já que o meio externo é hipertônico.
A pressão osmótica de uma solução
pode ser medida em um osmômetro. A solução
avaliada é colocada em um tubo de vidro fechado com uma membrana
semipermeável, introduzido em um recipiente contendo água
destilada, como mostra a figura.
Fonte:
http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Citologia/cito8.php
sábado, 17 de setembro de 2011
Osmose
Os alunos da EEEP Dr. José Iran Costa, Várzea Alegre-Ce dos cursos de Eletrotécnico e Mecânica tiveram aula sobre o fenômeno da osmose no laboratório de Biologia.
Na osmose água se movimenta livremente através da membrana, sempre do local de menor concentração de soluto para o de maior concentração. A pressão com a qual a água é forçada a atravessar a membrana é conhecida por pressão osmótica.
A osmose não é influenciada pela natureza do soluto, mas pelo número de partículas. Quando duas soluções contêm a mesma quantidade de partículas por unidade de volume, mesmo que não sejam do mesmo tipo, exercem a mesma pressão osmótica e são isotônicas. Caso sejam separadas por uma membrana, haverá fluxo de água nos dois sentidos de modo proporcional.
Na osmose água se movimenta livremente através da membrana, sempre do local de menor concentração de soluto para o de maior concentração. A pressão com a qual a água é forçada a atravessar a membrana é conhecida por pressão osmótica.
A osmose não é influenciada pela natureza do soluto, mas pelo número de partículas. Quando duas soluções contêm a mesma quantidade de partículas por unidade de volume, mesmo que não sejam do mesmo tipo, exercem a mesma pressão osmótica e são isotônicas. Caso sejam separadas por uma membrana, haverá fluxo de água nos dois sentidos de modo proporcional.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
A CÉLULA SINTÉTICA
Colônia de bactérias Mycoplasma mycoides.
O feito, anunciado no dia 20 de maio de 2011, aconteceu nos Estados Unidos e envolveu um trabalho de 15 anos, 40 milhões de dólares e uma equipe de 20 pessoas, liderados por Craig Venter, o responsável pelo seqüenciamento do genoma humano, há dez anos.
Embora seja tentador rotulá-lo como a criação de vida artificial, ainda não é o caso: o DNA, embora montado em laboratório, é o de uma espécie, Mycoplasma mycoides, e foi inserido em outra espécie, a Mycoplasma capricolum. É como se, em vez de pegar um livro de instruções já existente, a equipe de Venter redigitou todos seus capítulos, colocando umas alterações aqui e ali para diferenciá-lo do DNA natural da célula.
Daí veio a novidade: depois de algum tempo, as células de M. capricolum começaram a ler as novas instruções, e iniciaram a produção das proteínas da M. mycoides, se comportando e aparentando ser a própria. Para todos os efeitos, ela tinha se transformado em uma Mycoplasma mycoides.
Como os cientistas criaram a célula sintética
Foto: Arte/iG
A analogia com computadores, que Venter usou em uma coletiva de imprensa, também é válida: o “sistema operacional” de fábrica da bactéria foi trocado por outro, criado em laboratório, e ela começou a se comportar como o novo software mandava. Ainda assim, é vida a partir da vida, e não vida a partir do zero.
Riscos
O diretor de bioética do Vaticano, Rino Fisichella, foi cuidadoso. Disse que é preciso ver como a descoberta será implementada no futuro. A diretora do Instituto Internacional de Bioética, Jennifer Miller, alertou que a preocupação é que a célula sintética possa se transformar numa arma biológica. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, determinou à Comissão de Bioética do Governo uma investigação sobre a pesquisa.
Benefícios
“A partir do domínio dessa tecnologia, é possível criar bactérias capazes de degradar um poluente ou de degradar um óleo que estava vazando” (Stevens Rehen.)
“A tecnologia sempre pode ser usada para uma coisa benéfica. Nesse caso, isso pode ser uma coisa benéfica no futuro. Você pode gerar micro-organismos que atacam outros, desobstruir artérias, drogas inteligentes. Fazer baterias biológicas, gerar energia a partir de organismos vivos” ( Marcelo Briones.)
“Essa tecnologia pode ser comparada com o que aconteceu com a tecnologia nuclear. Ela pode ser usada para a medicina, para gerar energia. E pode ser utilizada para fins bélicos. O mesmo acontece com a aviação. Um avião tem funções das melhores possíveis, mas também pode ser usado para coisas ruins. É preciso regulamentar a tecnologia e criar uma legislação capaz de controlar quem vai fazer uso dessa tecnologia para que ela, de fato, seja só benéfica para a sociedade”, constata Stevens Rehen.
“Essa tecnologia pode ser comparada com o que aconteceu com a tecnologia nuclear. Ela pode ser usada para a medicina, para gerar energia. E pode ser utilizada para fins bélicos. O mesmo acontece com a aviação. Um avião tem funções das melhores possíveis, mas também pode ser usado para coisas ruins. É preciso regulamentar a tecnologia e criar uma legislação capaz de controlar quem vai fazer uso dessa tecnologia para que ela, de fato, seja só benéfica para a sociedade”, constata Stevens Rehen.
O biólogo Craig Venter, criador da célula sintética: um prodígio científico com tendências à auto-promoção
( Adapatado da internet em 24/08/2011:
Questões discursivas:
- Por que a célula de Venter não pode ser considerada uma vida artificial?
- De qual bactéria foi tirado o DNA para ser modificado no laboratório pela a equipe de Venter?
- Em qual espécie de bactéria foi inserido o DNA modificado pela equipe de Venter?
- Descreva resumidamente como foi feito a bactéria sintética.
- Quais os riscos e benefícios da sintetização de células em laboratórios?
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Desafio 4
Complete a lotação
Um elevador pode levar 20 adultos ou 24 crianças. Se 15 adultos já estão no elevador, quantas crianças podem ainda entrar?
Fonte: Matemática e realidade, Gelson Iezzi,Osvaldo Dolce e Antonio Machado.
6ª Série, Ensino Fundamental.
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